sexta-feira, setembro 21

Menina de 10 anos morre após sofrer mutilação genital na Somália

Uma menina de 10 anos sangrou até a morte depois de passar por mutilação genital feminina na Somália. As informações são da AP. O país é o que tem um dos maiores índices de mutilação deste tipo em todo o mundo.

A menina morreu em um hospital dois dias depois de ser levada pela mãe para uma circuncisão em um vilarejo remoto perto da cidade Dhusamareb, segundo comunicado do Centro de Educação Galkayo para a Paz e o Desenvolvimento.

Cerca de 98% das mulheres e meninas da região do Chifre da África sofrem mutilação genital feminina, de acordo com as Nações Unidas.

Embora a Constituição do país proíba a prática, nenhuma lei foi promulgada para garantir que aqueles que realizam as circuncisões sejam punidos.

Os profissionais de saúde alertaram contra os riscos da prática que, na maioria dos casos, a genitália externa é removida e a vagina é costurada quase fechada.

Mais de 200 milhões de mulheres e meninas em 30 países em três continentes experimentaram mutilação genital, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, no início deste ano.

Uma menina de 10 anos sangrou até a morte depois de passar por mutilação genital feminina na Somália. As informações são da AP. O país é o que tem um dos maiores índices de mutilação deste tipo em todo o mundo.

A menina morreu em um hospital dois dias depois de ser levada pela mãe para uma circuncisão em um vilarejo remoto perto da cidade Dhusamareb, segundo comunicado do Centro de Educação Galkayo para a Paz e o Desenvolvimento.

Cerca de 98% das mulheres e meninas da região do Chifre da África sofrem mutilação genital feminina, de acordo com as Nações Unidas.

Embora a Constituição do país proíba a prática, nenhuma lei foi promulgada para garantir que aqueles que realizam as circuncisões sejam punidos.

Os profissionais de saúde alertaram contra os riscos da prática que, na maioria dos casos, a genitália externa é removida e a vagina é costurada quase fechada.

Mais de 200 milhões de mulheres e meninas em 30 países em três continentes experimentaram mutilação genital, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, no início deste ano.

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